

{"id":107,"date":"2015-06-07T16:53:06","date_gmt":"2015-06-07T19:53:06","guid":{"rendered":"http:\/\/taigafilmes.com\/wp\/?page_id=107"},"modified":"2017-11-08T14:24:37","modified_gmt":"2017-11-08T16:24:37","slug":"olhar-estrangeiro","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/taigafilmes.com\/site\/filmes-realizados\/olhar-estrangeiro\/","title":{"rendered":"Olhar estrangeiro"},"content":{"rendered":"<div id=\"pl-107\"  class=\"panel-layout\" ><div id=\"pg-107-0\"  class=\"panel-grid panel-no-style\" ><div id=\"pgc-107-0-0\"  class=\"panel-grid-cell\" ><div id=\"panel-107-0-0-0\" class=\"so-panel widget widget_black-studio-tinymce widget_black_studio_tinymce panel-first-child panel-last-child\" data-index=\"0\" ><div class=\"textwidget\"><p><img class=\"alignnone size-full wp-image-528\" src=\"http:\/\/taigafilmes.com\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/jon.jpg\" alt=\"Jon Vought, em Olhar estrangeiro\" width=\"720\" height=\"363\" \/><\/p>\n<p>\u201cOlhar estrangeiro\u201d \u00e9 um filme sobre os clich\u00eas e as fantasias que se avolumam pelo mundo afora sobre o Brasil. Baseado no livro \u201cO Brasil dos gringos\u201d, de Tunico Am\u00e2ncio, o document\u00e1rio mostra a vis\u00e3o que o cinema mundial tem do pa\u00eds. Filmado na Fran\u00e7a (Lyon e Paris), Su\u00e9cia (Estocolmo) e EUA (Nova York e Los Angeles), o filme, atrav\u00e9s de entrevistas com os diretores, roteiristas e atores, desvenda os mecanismos que produzem esses clich\u00eas.<\/p>\n<h4>Entrevistados<\/h4>\n<p><strong>Bo Jonsson:<\/strong>\u00a0Produtor de dois filmes rodados no Brasil. O primeiro (Svarta Palmkronor \u2013 Black Palm Trees), em 1967, com Max von Sidow e Bibi Andersson, dirigido por Lars-Magnus Lindgren, que havia ganhado o Oscar dois anos antes, \u00e9 descrita por ele como uma odiss\u00e9ia do que o Brasil pode fazer com um sueco. O diretor acabou internado louco. O segundo exemplifica o clich\u00ea t\u00edpico: dois suecos acabam o filme fugindo para o Brasil para gastar uma fortuna.<\/p>\n<p><strong>Charlie Peters:<\/strong> Roteirista do filme \u201cFeiti\u00e7o no Rio\u201d (Blame it on Rio), dirigido por Stalen Donen. O filme, com Michel Caine e Demi Moore, ainda adolescente, foi rodado no Rio e \u00e9 uma sequ\u00eancia de clich\u00eas sem a menor preocupa\u00e7\u00e3o com a realidade. Na entrevista, Charlie aceita os clich\u00eas como parte do mundo do filme comercial.<\/p>\n<p><strong>David Weisman:<\/strong> Produtor do filme \u201cO Beijo da Mulher Aranha\u201d de Hector Babenco. Esteve no Brasil v\u00e1rias vezes, tendo uma rela\u00e7\u00e3o muito forte com o pa\u00eds. Como o nosso document\u00e1rio trata apenas de filmes estrangeiros referentes ao Brasil, n\u00e3o nos ocupamos do \u201cBeijo\u201d durante a entrevista, mas da tentativa de se produzir o filme \u201cSamba\u201d, que seria filmado por Bob Rafelson e teria S\u00f4nia Braga e Jack Nicholson nos pap\u00e9is principais. A hist\u00f3ria do diretor sobre um cumprimento universal dos negros revela, de maneira ir\u00f4nica e \u00e0s vezes cruel, a forma como se realiza esse \u201colhar estrangeiro\u201d. Mas \u00e9 tamb\u00e9m uma tentativa frustrada de se fazer um filme al\u00e9m dos \u201cclich\u00eas\u201d.<\/p>\n<p><strong>\u00c9douard Luntz:<\/strong> Filmou no Rio e em outros estados do Brasil \u201cLe Grabuge\u201d em 1968. O cineasta que poucos anos antes fez grande sucesso em Cannes com um filme sobre meninos marginais recebeu um convite da 20* Century Fox para fazer um longa. No \u00faltimo momento, porque a Fox tinha um dinheiro congelado no Brasil, as filmagens forma transferidas para o Rio. As perip\u00e9cias da realiza\u00e7\u00e3o desse longa em plena efervesc\u00eancia de 68 \u00e9 tamb\u00e9m a luta de um franc\u00eas, com um lado documentarista muito forte, pelo seu \u201cdireito de autor\u201d. Depois de anos de luta, Luntz ganhou na justi\u00e7a o direito de ter a sua vers\u00e3o do filme, considerado \u201canti-establisment\u201d nos EUA, mas a Fox em resposta destruiu o filme. Boa hist\u00f3ria sobre como funciona o chamado cinema hegem\u00f4nico quando \u00e9 contestado. S\u00f3 existem fotos do \u201cLe Grabuge\u201d, uma tentativa de trabalhar fora dos clich\u00eas. Uma entrevista com um diretor engolido pelo sistema.<\/p>\n<p><strong>Gerard Lauzier:<\/strong> Diretor de dois filmes que falam do Brasil: \u201cT\u2019emp\u00eache tout le monde de dormir\u201d, de 1982, e \u201cO filho do franc\u00eas\u201d, de 2000. Conhecido desenhista de quadrinhos \u2013 um mito na Fran\u00e7a \u2013 morou no Brasil oito anos quando jovem e usa essa experi\u00eancia em seus filmes. Imenso contraste entre os filmes, cheios de clich\u00eas, e sua pr\u00f3pria experi\u00eancia no pa\u00eds. Perguntado sobre essa contradi\u00e7\u00e3o, d\u00e1 uma excelente entrevista sobre o poder da ind\u00fastria, o que o p\u00fablico quer ver e o Brasil que \u00e9 vendido \u2013 o pobre, o rural e o ex\u00f3tico.<\/p>\n<p><strong>Greydon Clark:<\/strong> Diretor do filme \u201cLambada, a Dan\u00e7a Proibida\u201d. O filme mistura a dan\u00e7a lambada, que acabava de estourar na Europa, com a quest\u00e3o da floresta amaz\u00f4nica, criando uma \u201cprincesa \u00edndia\u201d. O diretor fala como \u201ccriou\u201d essa hist\u00f3ria filmada na Fl\u00f3rida e sobre o poder da ind\u00fastria , da necessidade de se entreter o p\u00fablico norte-americano. Lambada foi, segundo conta, um filme altamente lucrativo.<\/p>\n<p><strong>Hope Davis: <\/strong>Atriz principal do filme \u201cPr\u00f3xima Parada, Wonderland\u201d (1999), dirigido por Brad Anderson. O filme mostra um personagem brasileiro que fala em espanhol e \u00e9 recheado de m\u00fasicas brasileiras. Hope Davis, em sua entrevista, mostra desconhecer totalmente o Brasil e o associa aos principais clich\u00eas: praias, top-less e sensualidade. Fala criticamente sobre o \u201clatin lover\u201d, personagem tamb\u00e9m apresentado no filme, que apesar de tudo foi muito bem recebido no Brasil.<\/p>\n<p><strong>Jon Voight:<\/strong> Atuou em dois filmes da nossa lista: \u201cO Campe\u00e3o\u201d (1976) de Franco Zeffirelle e \u201cAnaconda\u201d (1997) de Luis Llosa. O primeiro traz uma pequena cita\u00e7\u00e3o ao Brasil, referente ao \u201cpara\u00edso\u201d e o segundo foi rodado na Amaz\u201cpoliticamente incorreta\u201d dos filmes americanos das d\u00e9cadas passadas sobre a Amaz\u00f4nia eram causados pela impossibilidade t\u00e9cnica de se filmar na floresta, e que agora isso est\u00e1 mudando gra\u00e7as \u00e0s novas tecnologias.<\/p>\n<p><strong>Larry Gelbart:<\/strong> Um dos roteiristas do filme \u201cFeiti\u00e7o no Rio\u201d (1984), que de uma maneira mais afetiva traz os mesmos tipos de clich\u00eas do filme \u201cOrqu\u00eddea Selvagem\u201d. Tamb\u00e9m foi roteirista de \u201cTootsie\u201d e \u201cM.A.S.H.\u201d. Com humor e intelig\u00eancia, fala de como o cinema cria e perpetua os clich\u00eas. Comenta os erros do filme, como o top-less e o casamento brasileiro. Cita Carmem Miranda como uma das respons\u00e1veis pela id\u00e9ia de Brasil que os americanos tem.<\/p>\n<p><strong>Michael Caine:<\/strong>\u00a0protagonista de \u201cFeiti\u00e7o no Rio\u201d (1984). Fala, bem humorado, da beleza do povo brasileiro como raz\u00e3o para alguns clich\u00eas e que acreditou em tudo que leu no roteiro do filme. Pressionado, muda o tom e fala das diferen\u00e7as sociais no Brasil. Perguntado sobre a influ\u00eancia de Carmem Miranda, diz que n\u00e3o sabia que ela era brasileira.<\/p>\n<p><strong>Philipe de Brocca:<\/strong>\u00a0Diretor de \u201cL\u2019homme de Rio\u201d, um dos maiores sucessos da \u00e9poca (1962), com mais de cinco milh\u00f5es de espectadores na Fran\u00e7a. Belmondo e Franc\u00f3ise D\u2019Oleac no seu melhor estilo num filme cheio de clich\u00eas para toda a fam\u00edlia, com o charme franc\u00eas. A entrevista de Philippe revela o mais puro \u201camor colonial\u201d pelo Rio de Janeiro dos 60, a compreens\u00e3o dos clich\u00eas (faz uma compara\u00e7\u00e3o excelente de que os brasileiros devem reagir vendo seu filme como ele reage vendo os americanos filmando em Paris). N\u00e3o esconde seus clich\u00eas: no item trabalho, diz que n\u00e3o consegue imaginar um filme com um brasileiro trabalhando. A entrevista esbanja nostalgia e declara\u00e7\u00f5es de amor por um Rio de fantasia. H\u00e1 dois anos fez uma nova aventura na Amaz\u00f4nia (lado Venezuelano) tamb\u00e9m com Belmondo, que foi um grande fracasso.<\/p>\n<p><strong>Philippe Clair:<\/strong> Autor e diretor de \u201cSi tu vas \u00e0 Rio, tu meurs\u201d, filme que descobriu a Roberta Close, lan\u00e7ando-a internacionalmente. Comediante da velha escola do vaudeville, Philipe Clair d\u00e1 uma entrevista extremamente engra\u00e7ada sobre sua experi\u00eancia brasileira. Um show de clich\u00eas do cidad\u00e3o t\u00edpico de classe m\u00e9dia: mulher e bundas fazem o pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>Robert Ellis Miller:<\/strong> Diretor do filme \u201cBrenda Star\u201d (1988), estrelado por Brook Shield e tamb\u00e9m filmado na Fl\u00f3rida. O filme trabalha com uma personagem dos quadrinhos que toma vida e vai a Amaz\u00f4nia. Em sua entrevista, defende os clich\u00eas em segundo plano, como atalhos para localizar a hist\u00f3ria para o p\u00fablico. Diz que Carmem Miranda hoje seria um cartoon. Fala da teoria de que o filme americano tem algo de especial que o faz ser mais popular que os outros. Defende a necessidade de se falar em espanhol na Amaz\u00f4nia brasileira porque a \u201ca maior parte da regi\u00e3o fala espanhol e \u00e9 assim que o est\u00fadio decide\u201d.<\/p>\n<p><strong>Tony Plana<\/strong>: Ator cubano americano que estrelou, com Raul Julia, o filme \u201cAmaz\u00f4nia em Chamas\u201d (1994), sobre a vida de Chico Mendes. O filme, rodado na Amaz\u00f4nia, \u00e9 falado em ingl\u00eas e estrelado por atores americanos do tipo \u201clatino\u201d. O ator descreve como o mercado cinematogr\u00e1fico americano desconhece a diversidade da cultura latina, preferindo criar um latino padr\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Zalman King:<\/strong> Diretor de \u201cOrqu\u00eddea Selvagem\u201d (1990), filme com conota\u00e7\u00f5es er\u00f3ticas, estrelado por Mickey Rourke. O filme se passa em um Rio imagin\u00e1rio, jun\u00e7\u00e3o de Rio de Janeiro com Bahia, e cont\u00e9m uma quantidade enorme de clich\u00eas, tais como sensualidade selvagem, candombl\u00e9 e sexo, samba e carnaval. Na entrevista, Zalman King conta que sua vis\u00e3o de Brasil foi influenciada pelo filme Orfeu Negro e que queria um lugar ex\u00f3tico.<\/p>\n<p><strong>Bernard Corneloup:<\/strong> curador do Festival Ibero-Aamericano de Lyon . Sobre o que o p\u00fablico franc\u00eas quer ver e o poder dos distribuidores<\/p>\n<p><strong>Alain Liotard:<\/strong> diretor do festival ibero-americano de Lyon e diretor da cinemateca de Lyon. Tamb\u00e9m sobre o que o p\u00fablico franc\u00eas quer do Brasil<\/p>\n<p><strong>Jacki Bruet:<\/strong> diretora do Festival Internacional de Mulheres de Creteil. Sobre a quest\u00e3o do feminismo, da sensualidade latina, preconceitos, etc<\/p>\n<p>Foram realizadas ainda cerca de 100 pequenas entrevistas com espectadores franceses , suecos e norte-americanos num mesmo cen\u00e1rio (um fundo verde ou um fundo amarelo) como se fosse uma cabine onde trabalhamos com um jogo em que foram propostos as seguintes palavras que deveriam ser referenciadas ao que eles imaginam que seja o Brasil.<\/p>\n<h4>Festivais<\/h4>\n<p>Festival Internacional do Rio de Janeiro 2005<br \/> Mostra Internacional de S\u00e3o Paulo 2005<br \/> FestCine Goi\u00e2nia 2006 (Pr\u00eamio de Melhor Edi\u00e7\u00e3o)<br \/> Festival Latino Americano de Los Angeles (EUA) 2006<br \/> Brasil Plural (Alemanha) 2006<br \/> Festival du Film Br\u00e9silien de Paris (Fran\u00e7a) 2006<br \/> Cine Las Am\u00e9ricas (EUA) 2007 Hot Docs (Canad\u00e1) 2007<br \/> Festival du Film Br\u00e9silien de Montreal (Canad\u00e1) 2007<br \/> Toronto Brazil Film Fest (Canad\u00e1) 2007<br \/> Focus Brasil (Espanha) 2007<br \/> Festival de Maring\u00e1 2008<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><div id=\"pgc-107-0-1\"  class=\"panel-grid-cell\" ><div id=\"panel-107-0-1-0\" class=\"so-panel widget widget_black-studio-tinymce widget_black_studio_tinymce panel-first-child panel-last-child\" data-index=\"1\" ><div class=\"textwidget\"><p><img class=\"Olhar estrangeiro, um filme de Lucia Murat alignnone wp-image-57 size-medium\" src=\"http:\/\/taigafilmes.com\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/cartaz_olharestrangeiro-201x300.jpg\" alt=\"Olhar estrangeiro\" width=\"201\" height=\"300\" \/><\/p>\n<h4>Cr\u00e9ditos<\/h4>\n<p>Uma Produ\u00e7\u00e3o Taiga, Limite e Okeanos<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o executiva: Lu\u00eds Vidal e Paola Abou-Jaoude<br \/>\nRoteiro: Lucia Murat e Tunico Amancio<br \/>\nDire\u00e7\u00e3o de arte: Caco Moraes<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o de som: Simone Petrilho<br \/>\nMixagem: Cl\u00e1udio Waldetaro<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Julia Murat<br \/>\nFotografia e c\u00e2mera: Dudu Miranda<br \/>\nArgumento e dire\u00e7\u00e3o: Lucia Murat<br \/>\nAnima\u00e7\u00f5es adicionias: Fernanda Ramos, Phil e Reyson Carlomango<br \/>\nAssistente de arte: Bruna Murat e Thiago Sacramento<br \/>\nPr\u00e9-edi\u00e7\u00e3o: Adriana Borges e Rodrigo Hinrichsen<br \/>\nAssistente de edi\u00e7\u00e3o: Rodrigo Carvalho<br \/>\nAssistentes de produ\u00e7\u00e3o: Carolina Oliveira, Giselle Haimovitz, Ivan S. Cruz e Nicolau Roiter<br \/>\nC\u00e2mera adicional: Julia Murat e Liana Brazil<br \/>\nConsultor de edi\u00e7\u00e3o: Cezar Migliorin e Natara Ney<br \/>\nP\u00f3s-produ\u00e7\u00e3o: Julia Murat, Leo Hallal e Natara Ney<br \/>\nColorista: Leo Hallal<br \/>\nAssessoria jur\u00eddica: Dario Corr\u00eaa<br \/>\nFinanceiro: Ana Paula de Lemos e Nei Belo de Souza<br \/>\nIlustra\u00e7\u00f5es: Caco Moraes<br \/>\nAnima\u00e7\u00f5es: Massachi Lima Hosono<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o EUA: \u00c2ngela Pontual e Paula Abou-Jaoude<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o Fran\u00e7a: Gabriela Lins e Silva e Juliana Aguiar<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o Su\u00e9cia: Fernando Usiglio<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o Brasil: J\u00falia C\u00f4modo, Ludmila Olivieri e Mariana Seivalos<br \/>\nProdutores: Dudu Miranda, Lucia Murat, Luis Vidal e Paula Abou-Jaoude<\/p>\n<\/div><\/div><\/div><\/div><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cOlhar estrangeiro\u201d \u00e9 um filme sobre os clich\u00eas e as fantasias que se avolumam pelo mundo afora sobre o Brasil. 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