Stela visita a exposição Mulheres Radicais: arte latino-americana, 1960-1985, realizada na Pinacoteca de São Paulo, de 18 de agosto a 19 de novembro de 2018.

A equipe é levada a Cuba a partir de uma carta de Antonia Eiriy, importante artista cubana, que hoje está representada no salão do Museu de Belas Artes de Havana, mas que nos anos 70 teve seu trabalho censurado pelo Governo. Glenda Santiago, guia do museu, mostra os quadros de Antonia. Entrevistamos também o curador de arte Nelson Herrera. Em Havana encontramos os primeiros rastros de Ana.

Em Cuba, Stela é informada que Ana trabalhou na Argentina fazendo estágio em cinema. Em Buenos Aires, entrevistamos a grande produtora Lita Stantic e a curadora de arte Laura Bucellato. Também ali acompanhamos uma manifestação das Madres da Plaza de Maio.

A equipe segue para o México onde Ana teria ido estudar com a fotógrafa húngara Kati Horna. Ali entrevistamos a sobrinha neta de Frida Khalo, Cristina Khalo, na icônica Casa Azul; a escritora e jornalista Elena Poniatowska, com inúmeros livros publicados, e a artista plástica e fotógrafa Lourdes Grobet, cujas fotos também estavam na exposição Mulheres Radicais, que dá início ao filme.

Ana resolve ir conhecer e viver a experiência de Salvador Allende no Chile em 1973. A equipe segue seu caminho e ali entrevistamos a professora e artista Virginia Errázuriz e a artista plástica Lotty Rosenfeld, uma das criadoras do CADA, importante grupo artístico que fez inúmeras ações durante a ditadura de Pinochet. A equipe vai conhecer também o Estádio Nacional, onde ficaram cerca de 20 mil prisioneiros políticos, entre eles muitos brasileiros.

A equipe termina sua busca na pequena cidade de Dom Pedrito, no Rio Grande do Sul onde, segundo informações, Ana teria nascido.